Inquérito nacional sobre parto e nascimento

Principais resultados

Acredita-se que os resultados desta pesquisa venham a contribuir com relevantes informações acerca das condições socioeconômicas das mulheres, seus fatores de risco gestacionais, acesso aos serviços de saúde, qualidade do atendimento, condições do parto além dos principais desfechos obstétricos e neonatais. Espera-se ainda que os resultados produzidos possam fornecer evidencias cientificas sobre as atuais condições de nascimento para o Ministério da Saúde, gestores estaduais, municipais, entidades de classe, operadoras de planos de saúde e usuárias do sistema de saúde, com vistas a estabelecer um pacto para melhoria da qualidade da atenção e redução de intervenções desnecessárias.

Cesarianas

52% de cesarianas no Brasil

  • 46% no Setor Público
  • 88% no Setor Privado

Assim como outros procedimentos de alguma complexidade, a cesariana segue o padrão de desigualdade na atenção à saúde. No setor privado, a proporção de cesarianas é bem maior, chegando a 88% dos nascimentos. No setor publico, envolvendo serviços próprios do SUS e os contratados do setor privado, as cesarianas chegam a 46%. A recomendação da OMS é para que as cesarianas não excedam 15% do total de partos, pois estudos internacionais vêm demonstrando os riscos das elevadas taxas de cesariana tanto para a saúde da mãe quanto a do bebê.

Infográfico

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