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Revista Radis servicos

 

Organizada por Giordano Barbin Bertelli e Gabriel de Santis Feltran, para a coleção Marginália de Estudos Urbanos, a coletânea Vozes à margem: periferias, estética e política (Edufscar) reúne artigos de pesquisadores dedicados à produção cultural das periferias urbanas brasileiras e apresenta ao público a abordagem do tema das linguagens e das estéticas produzidas e consumidas por grupos marginalizados no cenário urbano contemporâneo. A obra enfoca as expressões linguísticas, artístico-culturais e estéticas presentes na sociabilidade destes grupos, além de atentar para seus múltiplos significados políticos.

Peça de teatro dedicada a “todos os refugiados e imigrantes que buscam uma nova vida no Brasil”, São Paulo refúgio (Editora Dramaturgia Brasileira), escrito pelo ator, diretor e dramaturgo Conrado Dess, propõe uma reflexão sobre a solidão nas grandes cidades.

Caminhar é a forma mais democrática de se locomover. O debate em torno da qualidade de vida nas cidades contemporâneas e sobre a importância de se pensar e planejar o espaço urbano para o pedestre pautam Cidades de pedestres — A caminhabilidade no Brasil e no mundo (Editora Babilônia), organizado por Victor Andrade, do Laboratório de Mobilidade Sustentável, da UFRJ, e Clarisse Cunha Linke, do Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento.

Com organização de Regina Marteleto e Ricardo Pimenta, pesquisadores do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação do IBICT-UFRJ, o e-book Pierre Bourdieu e a produção social da cultura, do conhecimento e da informação é uma coletânea onde são analisadas diferentes formas de aplicação dos conceitos e métodos produzidos pelo sociólogo em campos diversos da pesquisa científica, entre eles a Comunicação, a Saúde, a Informação, a Museologia, a Arquitetura e as Ciências Sociais. A obra fornece ainda um guia de leitura para a reflexão crítica das formas sociais de produção do conhecimento.

O evento acontecerá em contraponto ao 8º Fórum Mundial da Água, promovido por grupos econômicos que defendem a privatização das fontes naturais e dos serviços públicos de água, com o objetivo de denunciar práticas que impõem fortes impactos financeiros e restrições de acesso à população de todo o mundo à água, situação que afeta sobretudo os mais pobres.
Promovido pela Associação Paulista de Saúde Pública (APSP), o evento terá como tema “Saúde é política: há uma grande desordem sob o céu”, e pretende abordar outras perspectivas para além da ciência, aproximando diferentes formas de manifestação da política presentes no cotidiano. A ideia é construir um congresso horizontalizado, desconstruído, disperso no território, em movimento e aberto à sociedade e aos movimentos sociais.