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Ligia Bahia

Em artigo publicado no jornal O Globo, na edição desta segunda-feira, 5 de junho, a professora Ligia Bahia, membro da Comissão de Política, Planejamento e Gestão em Saúde da Abrasco, fala sobre as engrenagens de grandes negociações de compra e venda de empresas de planos de saúde e a decadência dos empreiteiros que transformou as empresas de planos de saúde e laboratórios em principais alvos de propina para os políticos e executivos do governo.

 

Fernando Carneiro

O Brasil continua sendo o maior consumidor de agrotóxicos do planeta. Entre os anos de 2009 e 2012, as análises de resíduos de agrotóxicos em alimentos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) detectaram contaminação de 60 a 70% dos alimentos e pelo menos 30% de amostras impróprias para consumo humano, como analisado no ‘Dossiê Abrasco: um alerta sobre os impactos dos agrotóxicos na saúde’. Mas, de repente, em 2017, o Brasil virou o país dos “alimentos seguros”.

 

Ligia Bahia

Jornal O Globo publicou nesta segunda-feira, 13 de março, artigo da professora Ligia Bahia, membro da Comissão de Política, Planejamento e Gestão da Abrasco, intitulado ‘Antissocial’, onde a pesquisadora fala sobre a proposta do Ministério da Saúde da criação de ‘Planos populares’, Ligia argumenta que a insistência em apresentar planos de saúde baratos e com restrições de coberturas, acesso a escolas privadas mal avaliadas e previdência privada como soluções vantajosas não é imparcial – “Pretendem vender planos mais baratos com menores garantias de acesso e uso e se livrarem solenemente da

Washington Novaes
'As notícias não mudam: por mais que a ciência e a comunicação alertem com frequência, o Brasil continua a ser o líder mundial no uso de agrotóxicos'
 
Washington Novaes é um jornalista que trata com destaque os temas de meio ambiente e povos indígenas. Atualmente, é colunista dos jornais O Estado de São Paulo e O Popular, consultor de jornalismo da TV Cultura, documentarista e produtor independente de televisão.
José Gomes Temporão
Proposta de desobrigar governos a gastar com saúde fragiliza a política para o setor, diz o ex-ministro da Saúde de Lula
 
Em entrevista publicada nesta terça-feira, 23 de maio, pela Carta Capital, José Gomes Temporão, médico sanitarista, ex-ministro da Saúde do primeiro governo Lula, diz que esse tipo de proposta indica um rebaixamento da saúde na agenda pública.
Gastão Wagner de Souza Campos
Em entrevista ao site da EPSJV/Fiocruz, presidente da Abrasco defende luta aguerrida pela universalidade do sistema
 
A repercussão da primeira coletiva e entrevista exclusiva de Ricardo Barros causou enorme movimentação na sociedade brasileira. Imediatamente, o movimento pela Reforma Sanitária Brasileira (RSB) apontou os equívocos proferidos pelo parlamentar indicado pelo governo interino de Michel Temer e emposs
Bernardo Mello Franco
Jornalista, que assina a coluna Brasília da Folha de São Paulo escreve sobre as ideias de Ricardo Barros, novo titular da Saúde, que têm assustado o Brasil que acredita no Sistema Único de Saúde. O artigo foi publicado na edição deste domingo, 22 de maio e traz comentários de Ligia Bahia, membro da Comissão de Política, Planejamento e Gestão da Abrasco.
Francisco J.R. Paumgartten

Nos países desenvolvidos, substâncias químicas se tornam medicamentos após percorrer longo caminho e serem submetidas a testes farmacológicos e toxicológicos. No caso da fosfoetanolamina, a evidência científica de ‘atividade antineoplásica’ em que se baseiam as decisões para autorização de uso mesmo sem registro sanitário, resume-se a demonstração de atividade citotóxica e indução de morte celular.

Ligia Bahia
'A redução da desigualdade nas chances de adoecer e viver é um desafio incontornável para o exercício do poder político' diz a professora
Nas intenções expressas em textos ou apenas em discursos de novos projetos para o Brasil, a saúde só aparece de banda. Ora é um gasto a ser cortado, ora um benevolente programa de inclusão social. A conexão entre as ações assistenciais e seus resultados medidos em saúde quase desapareceu, levando junto a razão de ser do SUS universal. O objetivo do SUS é prolongar e melhorar o transcorrer da vida da população.
Ligia Bahia
'Os presos que solicitarem e puderem pagar serão atendidos por profissionais e serviços privados de saúde de sua livre escolha?'
 
A professora Ligia Bahia, membro da Comissão de Política, Planejamento e Gestão da Abrasco, aborda o atendimento público e privado na saúde entre a população carcerária no Brasil – a quarta maior do mundo. Confira o texto na íntegra, publicado no jornal O Globo de 14 de março de 2016.
 
Todos são iguais perante a lei, mas a própria Justiça aceita como óbvios usos e costumes que reiteram distinções de valor.

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entrevista

O Cecovisa entrevistou por e-mail Dra. Ana Cristina Souto, participante ativa na criação da graduação em Saúde Coletiva no Brasil e foi coordenadora do respectivo curso no Instituto de Saúde Coletiva (ISC/UFBA), em abril de 04/04/2017.
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